No Brasil os segmentos de: franquias, drogarias e supermercados prosseguem dinâmicos, sólidos e em crescimento

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FARMÁCIAS E DROGARIAS

De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), o faturamento de 28 empresas consideradas em pesquisa cresceu 12% no período de julho de 2014 ao mesmo mês deste ano, atingindo a marca de 34 bilhões de reais.

No primeiro semestre do ano de 2015 a receita média foi 17% mais alta do que o mesmo período do ano passado.

A expectativa dos gestores de redes de farmácia é que elas cresçam 18% no ano de 2016.

FRANQUIAS

O faturamento do setor de franquias cresceu 8,3% em 2015, atingindo R$ 139,59 bilhões, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (29) pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). O crescimento registrado no ano passado superou o desempenho de 2014, quando o setor informou uma alta de 7,7%.

O número de redes em operação no Brasil atingiu 3.073 marcas em 2015 (em 2014 era 2.942). Já o número de unidades de franquia em operação chegou a 138.343 no ano passado, o que corresponde a uma expansão de 10,1% em relação a 2014.

“O movimento de abertura de pontos de venda ao longo do ano resultou em um saldo de 12.702 novas unidades franqueadas”, informa o balanço.

Maior capilaridade e interiorização

Entre as explicações para o bom desempenho do setor em 2015 está a maior capilaridade e interiorização das redes, que tem expandindo a atuação em cidades com menos de 50 mil habitantes.

Segundo a ABF, a franchising passou a estar presente em 40% dos municípios brasileiros.

O balanço aponta que o setor atingiu a marca de 1,189 milhão de empregos diretos em 2015, com a abertura de 90 mil postos de trabalho no ano passado, para o ano de 2016 a expectativa e atingir mais de 100 mil.

SUPERMERCADOS

A expectativa da Associação Paulista de Supermercados (APAS) para os negócios no ano de 2016, quando o setor supermercadista espera que a inflação esteja entre 6,0 % e 6,5% e o crescimento do PIB chegue a 1%.

Na visão do especialista da APAS, os setores de alimentos e bebidas no início de 2016, em especial os supermercados, tendem a aumentar as vendas em função do otimismo constatado em 2015.

Feira APAS 2016

Supermercados vão sair fortalecidos para aproveitar o novo ciclo de crescimento

O momento atual é um claro sinal de ajuste após o final de um ciclo econômico de crescimento e explosão da bolha de consumo dos últimos anos. É um período de desaquecimento que exige austeridade e cortes nos gastos, mas a boa notícia é que podemos vislumbrar sinais de recuperação já em curto prazo.

A avaliação é do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das comunicações, ex-presidente do BNDES e atual presidente do conselho da Foton Awmark do Brasil, feita na palestra de abertura do Congresso de Gestão da APAS. Na sua análise, a queda da inflação e das taxas de juros, aliada aos números positivos da balança comercial, são sinais de que a economia vem recobrando a sua “saúde”. “Já vi o Brasil passar por vários ciclos econômicos e sempre reagimos com vigor em momentos como o que vivemos agora”, ressalta Barros.

Na sua avaliação, o clima de pessimismo dos empresários é exagerado. “Nós brasileiros temos essa característica do excesso, ou estamos eufóricos ou achamos que o mundo vai acabar. “Isso já aconteceu em outras crises e está ocorrendo agora”, afirma. Com base nos 45 anos de experiência profissional que incluem passagens pelo Ministério das Comunicações e a presidência do BNDES, Barros considera fundamental os supermercadistas não entrarem em pânico e tenham consciência que vivemos um momento de transição. “Ao final desse ciclo as empresas sairão menores, mas fortalecidas e preparadas para aproveitar o novo ciclo de crescimento. ”

Como exemplo, ele cita o período de eleições diretas em 1989, quando muitos empresários ficaram assustados com a possibilidade do então candidato Lula fosse eleito presidente. “A família proprietária da cervejaria Brahma, a maior do país na época, entrou em pânico e vendeu a empresa para o Banco Garantia. As turbulências passaram e, sob o comando dos novos proprietários, a Brahma se expandiu, comprou outras cervejarias e se transformou na Inbev, hoje a maior cervejaria do mundo. ”

Otimista, Barros prevê que já estamos vivendo um momento de recuperação e que, se a nova política econômica se adequar à realidade do momento, é possível chegar ao final do ano com inflação com 6,5%, queda de juros SELIC em até 3% e dólar em R$ 3,50, uma taxa razoável para incentivar as importações. Nesse ritmo, não é exagero sonharem virar o ano com crescimento de 1%, fechar 2017 com crescimento de 1,5% a 2% e chegar a 3% a partir de 2018.

GRUPO EC – BUSINESS & INVESTMENTS

Estamos crescendo… e gostamos de estar do lado de pessoas inspiradoras e motivadas – “que gostem de mudanças, que gostem de somar, que gostem de inovar, que gostem de cooperar, que gostem de ser felizes”, e assim, juntos podemos dar o melhor de nós!

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